A dinâmica do Amor

1 out

Jesus disse: “E o segundo[mandamento] mais importante é parecido com o primeiro: ‘Ame os outros como você ama a você mesmo‘” (Mateus 22: 39)

Todos nós independentes da religião e crença já ouvimos essa frase pelo menos uma vez na vida. É nesse versículo que baseamos o comportamento do cristão perante a sociedade. E esse é um dos mandamentos que temos maior dificuldade em assimilar e colocar em prática.

Bom, não sou teóloga nem pretendo fazer um estudo complexo em cima disso xD, mas quero pegar dois aspectos importantes mencionados nesse mandamento: Amar aos outros e amar a si mesmo.

Amar não é fácil, ao contrário, é algo difícil, trabalhoso e que requer muito sacrifício, porém o bem que ele traz é algo imensurável! Eu penso que amar é um exercício de paciência que requer meleabilidade, tolerância, compreensão e trabalha demais com o ato de perdoar. Por isso é tão difícil, porque cada pessoa tem uma jeito, uma personalidade, um temperamento e conviver com pessoas muito diferentes de nós, não é nada fácil. Um bom lugar para ver isso é no colégio. Dentro de uma sala de aula existem diversas personalidades, cada aluno tem uma família, um estilo de vida, uma crença, uma história; essa pluralidade é extremamente saudável para o grupo, mas também traz muitos conflitos internos, divergências no modo de trabalhar e dificultam a convivência.

Saber lidar com isso e fazer do ambiente que você vive o mais agradável possível só é possível quando há amor. Amar o próximo é saber respeitar suas diferenças e aceita-lo como é, claro que observando seus erros e corringido-o (dependendo do grau de intimidade). Amar os outros não é fácil, principalmente quando uns parecem não fazer questão desse amor, mas tudo fica muito mais fácil quando lembramos de uma lei natural: “AO MESMO TEMPO QUE ALGUÉM TE MAGOA, VOCÊ MAGOA ALGUÉM“.

Amar é simplesmente lembrar que todos somos humanos e cometemos erros, mesmo assim merecemos uma nova chance.
Mas como amar alguém se eu não tenho respeito por mim?

Jesus disse que devemos amar o próximo como a nós mesmos. Então para amar fulano, eu primeiro tenho que me amar. A questão é será que eu me amo? Bom, se você não cuida do seu corpo, nem da sua mente, enche sua vida de coisas fúteis e passageiras, se entope de drogas, vive a noite como se não houvesse amanhã, fica por ai com qualquer um e não dá valor a quem te quer bem… Bom, eu nem precisaria dizer que você está longe de ter um grande amor por si próprio. Uma pessoa que vive assim, que suprime a baixa autoestima por tudo que não presta, com certeza não pode almar alguém.

Um “amor” que essa pessoa tem pelos outros é algo doente, que não traz nada de bom. Quando você ama alguém você quer influenciar essa pessoa, quer mostrar para ela aquilo que te alegra, que te faz bem, mas infelizmente se o seu amor por você é quase inexistente, o que você terá para oferecer para os outros?

CUIDADO! Cristo disse para amar o próximo como a si mesmo, ele não disse para amar o próximo mais do que ama a si mesmo, porque isso gera algo doentio, maléfico, além do que acaba te expondo. Se hoje nesse país muitas mulheres apanham caladas de seus maridos e não veem mal nisso é porque acabam amando mais esses homens do que a elas mesmas, dizem que eles são suas vidas, que não conseguem viver sem eles… Isso é amor? Ou obcessão? Eh… até o amor tem que estar na medida certa.

A dinâmina do amor é algo muito maior que isso, mas digamos que podemos sintetizar nisso:
*Ame-se muito, porque você é uma pessoa única e especial pra quem te criou;
*Ame aos outros, porque amar não tem preço(clichê, mas profundo rsrs)

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2 Respostas to “A dinâmica do Amor”

  1. Thais Diniz novembro 1, 2011 às 1:34 pm #

    Muito verdadeiro….. mulheres, sejam mais mulheres!!! 🙂

Trackbacks/Pingbacks

  1. Ano novo = vida nova? « RADISCENTES C. - janeiro 19, 2011

    […] E na vida sentimental? Nessa caso, o melhor é primeiro cuidar de si próprio. Rever alguns conceitos, valores da sua vida, procurar equilibrar-se emocionalmente, valorizar a si mesmo. Jesus mesmo falou que devemos amar ao próximo como a nós mesmos, então para ter relacionamentos saudáveis precisamos nos amar primeiro, como já abordei em outro Post. […]

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